Champagne and Tatuzinho

O rico e o pobre deram uma chegadinha na zona do meretrício local.
O rico pediu uma garrafa de champagne francês Don Perignon e, também, a mulher mais gostosa e cara daquela zona.

Arrancou as roupas da puta e, com ela em pé, derramou champagne no reguinho formado pelos seios dela e tomou todo o líquido lá embaixo, na periquita da mesma e fez uma saudação dizendo:

– O dinheiro é justamente para me dar esse tipo de prazer !!!

O pobre viu aquilo e pediu uma dose de Caninha Tatuzinho e, em seguida, pediu a mulher mais barata da zona e logicamente a mais feia.

Tirou a roupa da puta, virou-a de costas e derramou a cachaça nas costas da mesma e, com a boca no ruscutufo dela, tomou toda a pinga que escorria e saudou dizendo:

– Pobre tem que tomar é no cú mesmo !!!

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Study boy, study.

Veio uma campanha de uma instituição de ensino superior pra minha pessoa fazer.

Entre tantas propostas de campanhas, textos e layouts, escolhi uma delas e comecei a pré-analise de fotos e caminhos.

Entre as fotos, encontrei uma que seria perfeita, e sugeri a redatora, a nova e definitiva campanha.

NOSSA PÓS GRADUAÇÃO É FODA.

LOGOMARCA DA INSTITUIÇÃO

Agora me digam se isso não venderia?

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Tecnologic woman

Depois quando digo que mulher tem que ficar é no fogão eu passo por ruim. Acompanhe:

– Viu, não veio nada daquele e-mail que você falou na pauta.

– Ah sim, já envio.

– Iai, vai mandar?

– Calma que tá na caixa de saida.

– Chegou aí? Tava meio lento.

– Peraí tá baixando.

– Ok, baixou, mas 20mb por e-mail não vai ser rápido em qualquer lugar do mundo.

Pior que já canssei de falar pra esse povo utilizar a rede, mas aqui a tecnologia foi feita pra ser ignorada.

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Play? Touch? WHAT?

Doidão, preciso que toque oi material abaixo que é, na grande maioria, adaptação do eu você já fez.
Dúvidas, grite.

Oi? Hein?

Seria, preciso que toque “oi material abaixo”, que é na grande maioria, adaptação do “eu voce já fez”
preciso que “toque” do verbo tocar, encostar, aparpar, pegar, tchananan

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Disapointed

maio 10, 2010 1 comentário

Uma agência de publicidade, ao meu ver, deve propor idéias, inovadoras, diferentes, que marquem a comunicação.

Não é o que acontece na agência em que trabalho.

Ela quer ser idêntica a todas as outras, mas somente nos piores problemas, não idêntica as idéias, a criatividade, a maneira de penssar.

Essa agência abraça tudo de ruim que acontece nas empresas e despeja a vontade e a rolé pela cadeia de trabalho.

Hoje meu trabalho foi chamado de lixo, de horrível, de ridículo. Estou boquiaberto e sem ter noção do que fazer.

O pior de tudo é que fui mostrar este e-mail para o dono da agência, o publicitário, o jornalista, o big-boss da comunicação aqui dentro, e ele simplesmente me pediu qual era a dúvida, e que não via nada de mais naquelas poucas letras que me abalaram e denegriram meu trabalho.

Estou penssando que isto é rotineiro pra ele, ver o trabalho da sua agência ser chamado de lixo, de horrível e de ridículo é normal, é quase como se fosse um elogio. Dizer pra mim que acontecem muito mais coisas por tras do pano, quando se esta frente a frente com o cliente, e ainda dizer que isto é normal, pra mim seria motivo de mudar de profissão.

Estou a procura de novas oportunidades, de uma nova agência, pois esta aqui já não me oferece mais condições psicológicas de trabalhar.

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Doctor

Esse médido é treinado.

Mulher: Doutor, eu não sei o que fazer, toda vez que meu marido chega bêbado ele me enche de porrada.

Médico: Eu tenho um remédio muito bom para isso. Quando seu marido chegar em casa embriagado, basta tomar meio copo de chá de camomila e começar o bochechar. Apenas bocheche e bocheche.

Duas semanas depois, ela retorna ao médico, e parecia ter nascido de novo.

Mulher: Doutor, sua idéia foi brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa bêbado, eu bochechei muitas vezes com chá de camomila e ele não me bateu.

Médico: Você viu como calar a boca funciona?

Pharm News

A tempos, uma farmácia que atendemos na agência faz uma revista de ofertas.

Este mês, como tema principal, tivemos o famosíssimo conhecido salve-salve, “Dia das Mães”.

Pois bem, frase da capa definida, foto de mãe com filhos padrão, o clientinho pede pra acrescentar um rodapé de uma campanha de genéricos que ele está desenvolvendo.

Ok, sem problemas, sou simplesmente um operador de mouse mesmo.

Aí você abre a segunda página, tem mais um rodapé de curativos, na página 3 tem um anúncio de produtos para homens da gillette, no outro rodapé, um anúncio de fraldas pra bebês e fraldas geriátricas.

E pronto, acabou a sessão de perfumaria.

Algum presente pras mamães?

Sei lá, talvez o desgosto de ter aberto o folheto.

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